Provérbios 13–15
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- NIrV New International Reader’s Version (1998)
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- NKJV The New King James Version
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- RSV The Revised Standard Version
- RSVCE The Revised Standard Version, Catholic Edition
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Italiano
Latim
Tcheco
131O filho sábio ouve a instrução do pai,
mas o escarnecedor não atende à repreensão.
2Do fruto da boca o homem comerá o bem,
mas o desejo dos pérfidos é a violência.
3O que guarda a boca conserva a sua alma,
mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.
4O preguiçoso deseja e nada tem,
mas a alma dos diligentes se farta.
5O justo aborrece a palavra de mentira,
mas o perverso faz vergonha e se desonra.
6A justiça guarda ao que anda em integridade,
mas a malícia subverte ao pecador.
7Uns se dizem ricos sem terem nada;
outros se dizem pobres, sendo mui ricos.
8Com as suas riquezas se resgata o homem,
mas ao pobre não ocorre ameaça.
9A luz dos justos brilha intensamente,
mas a lâmpada dos perversos se apagará.
10Da soberba só resulta a contenda,
mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.
11Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem,
mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento.
12A esperança que se adia faz adoecer o coração,
mas o desejo cumprido é árvore de vida.
13O que despreza a palavra a ela se apenhora,
mas o que teme o mandamento será galardoado.
14O ensino do sábio é fonte de vida,
para que se evitem os laços da morte.
15A boa inteligência consegue favor,
mas o caminho dos pérfidos é intransitável.
16Todo prudente procede com conhecimento,
mas o insensato espraia a sua loucura.
17O mau mensageiro se precipita no mal,
mas o embaixador fiel é medicina.
18Pobreza e afronta sobrevêm ao que rejeita a instrução,
mas o que guarda a repreensão será honrado.
19O desejo que se cumpre agrada a alma,
mas apartar-se do mal é abominável para os insensatos.
20Quem anda com os sábios será sábio,
mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.
21A desventura persegue os pecadores,
mas os justos serão galardoados com o bem.
22O homem de bem deixa herança aos filhos de seus filhos,
mas a riqueza do pecador é depositada para o justo.
23A terra virgem dos pobres dá mantimento em abundância,
mas a falta de justiça o dissipa.
24O que retém a vara aborrece a seu filho,
mas o que o ama, cedo, o disciplina.
25O justo tem o bastante para satisfazer o seu apetite,
mas o estômago dos perversos passa fome.
141A mulher sábia edifica a sua casa,
mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.
2O que anda na retidão teme ao Senhor,
mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.
3Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba,
mas os lábios do prudente o preservarão.
4Não havendo bois, o celeiro fica limpo,
mas pela força do boi há abundância de colheitas.
5A testemunha verdadeira não mente,
mas a falsa se desboca em mentiras.
6O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra,
mas para o prudente o conhecimento é fácil.
7Foge da presença do homem insensato,
porque nele não divisarás lábios de conhecimento.
8A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho,
mas a estultícia dos insensatos é enganadora.
9Os loucos zombam do pecado,
mas entre os retos há boa vontade.
10O coração conhece a sua própria amargura,
e da sua alegria não participará o estranho.
11A casa dos perversos será destruída,
mas a tenda dos retos florescerá.
12Há caminhoa que ao homem parece direito,
mas ao cabo dá em caminhos de morte.
13Até no riso tem dor o coração,
e o fim da alegria é tristeza.
14O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta,
como do seu próprio proceder, o homem de bem.
15O simples dá crédito a toda palavra,
mas o prudente atenta para os seus passos.
16O sábio é cauteloso e desvia-se do mal,
mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.
17O que presto se ira faz loucuras,
e o homem de maus desígnios é odiado.
18Os simples herdam a estultícia,
mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19Os maus inclinam-se perante a face dos bons,
e os perversos, junto às portas do justo.
20O pobre é odiado até do vizinho,
mas o rico tem muitos amigos.
21O que despreza ao seu vizinho peca,
mas o que se compadece dos pobres é feliz.
22Acaso, não erram os que maquinam o mal?
Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.
23Em todo trabalho há proveito;
meras palavras, porém, levam à penúria.
24Aos sábios a riqueza é coroa,
mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.
25A testemunha verdadeira livra almas,
mas o que se desboca em mentiras é enganador.
26No temor do Senhor, tem o homem forte amparo,
e isso é refúgio para os seus filhos.
27O temor do Senhor é fonte de vida
para evitar os laços da morte.
28Na multidão do povo, está a glória do rei,
mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.
29O longânimo é grande em entendimento,
mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.
30O ânimo sereno é a vida do corpo,
mas a inveja é a podridão dos ossos.
31O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou,
mas a este honra o que se compadece do necessitado.
32Pela sua malícia é derribado o perverso,
mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.
33No coração do prudente, repousa a sabedoria,
mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.
34A justiça exalta as nações,
mas o pecado é o opróbrio dos povos.
35O servo prudente goza do favor do rei,
mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.
151A resposta branda desvia o furor,
mas a palavra dura suscita a ira.
2A língua dos sábios adorna o conhecimento,
mas a boca dos insensatos derrama a estultícia.
3Os olhos do Senhor estão em todo lugar,
contemplando os maus e os bons.
4A língua serena é árvore de vida,
mas a perversa quebranta o espírito.
5O insensato despreza a instrução de seu pai,
mas o que atende à repreensão consegue a prudência.
6Na casa do justo há grande tesouro,
mas na renda dos perversos há perturbação.
7A língua dos sábios derrama o conhecimento,
mas o coração dos insensatos não procede assim.
8O sacrifício dos perversos é abominável ao Senhor,
mas a oração dos retos é o seu contentamento.
9O caminho do perverso é abominação ao Senhor,
mas este ama o que segue a justiça.
10Disciplina rigorosa há para o que deixa a vereda,
e o que odeia a repreensão morrerá.
11O além e o abismo estão descobertos perante o Senhor;
quanto mais o coração dos filhos dos homens!
12O escarnecedor não ama àquele que o repreende,
nem se chegará para os sábios.
13O coração alegre aformoseia o rosto,
mas com a tristeza do coração o espírito se abate.
14O coração sábio procura o conhecimento,
mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia.
15Todos os dias do aflito são maus,
mas a alegria do coração é banquete contínuo.
16Melhor é o pouco, havendo o temor do Senhor,
do que grande tesouro onde há inquietação.
17Melhor é um prato de hortaliças onde há amor
do que o boi cevado e, com ele, o ódio.
18O homem iracundo suscita contendas,
mas o longânimo apazigua a luta.
19O caminho do preguiçoso é como que cercado de espinhos,
mas a vereda dos retos é plana.
20O filho sábio alegra a seu pai,
mas o homem insensato despreza a sua mãe.
21A estultícia é alegria para o que carece de entendimento,
mas o homem sábio anda retamente.
22Onde não há conselho fracassam os projetos,
mas com os muitos conselheiros há bom êxito.
23O homem se alegra em dar resposta adequada,
e a palavra, a seu tempo, quão boa é!
24Para o sábio há o caminho da vida que o leva para cima,
a fim de evitar o inferno, embaixo.
25O Senhor deita por terra a casa dos soberbos;
contudo, mantém a herança da viúva.
26Abomináveis são para o Senhor os desígnios do mau,
mas as palavras bondosas lhe são aprazíveis.
27O que é ávido por lucro desonesto transtorna a sua casa,
mas o que odeia o suborno, esse viverá.
28O coração do justo medita o que há de responder,
mas a boca dos perversos transborda maldades.
29O Senhor está longe dos perversos,
mas atende à oração dos justos.
30O olhar de amigo alegra ao coração;
as boas-novas fortalecem até os ossos.
31Os ouvidos que atendem à repreensão salutar
no meio dos sábios têm a sua morada.
32O que rejeita a disciplina menospreza a sua alma,
porém o que atende à repreensão adquire entendimento.
33O temor do Senhor é a instrução da sabedoria,
e a humildade precede a honra.
Referências cruzadas
Copyright 1993 Sociedade Bíblica do Brasil