Salmo 35–36
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- ESV English Standard Version
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- MSG The Message: The Bible in Contemporary Language
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- NASB95 New American Standard Bible (1995)
- NCV New Century Version
- NIrV New International Reader’s Version (1998)
- NIV New International Version (2011)
- NKJV The New King James Version
- NLT New Living Translation
- NRSVue New Revised Standard Version: Updated Edition
- RSV The Revised Standard Version
- RSVCE The Revised Standard Version, Catholic Edition
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Italiano
Latim
Russo
Tcheco
Castigo dos adversários
Salmo de Davi
351Contende, Senhor, com os que contendem comigo;
peleja contra os que contra mim pelejam.
2Embraça o escudo e o broquel
e ergue-te em meu auxílio.
3Empunha a lança
e reprime o passo aos meus perseguidores;
dize à minha alma:
Eu sou a tua salvação.
4Sejam confundidos e cobertos de vexame
os que buscam tirar-me a vida;
retrocedam e sejam envergonhados
os que tramam contra mim.
5Sejam como a palha ao léu do vento,
impelindo-os o anjo do Senhor.
6Torne-se-lhes o caminho tenebroso e escorregadio,
e o anjo do Senhor os persiga.
7Pois sem causa me tramaram laços,
sem causa abriram cova para a minha vida.
8Venha sobre o inimigo a destruição, quando ele menos pensar;
e prendam-no os laços que tramou ocultamente;
caia neles para a sua própria ruína.
9E minha alma se regozijará no Senhor
e se deleitará na sua salvação.
10Todos os meus ossos dirão:
Senhor, quem contigo se assemelha?
Pois livras o aflito daquele que é demais forte para ele,
o mísero e o necessitado, dos seus extorsionários.
11Levantam-se iníquas testemunhas
e me arguem de coisas que eu não sei.
12Pagam-me o mal pelo bem,
o que é desolação para a minha alma.
13Quanto a mim, porém, estando eles enfermos,
as minhas vestes eram pano de saco;
eu afligia a minha alma com jejum
e em oração me reclinava sobre o peito,
14portava-me como se eles fossem meus amigos ou meus irmãos;
andava curvado, de luto, como quem chora por sua mãe.
15Quando, porém, tropecei, eles se alegraram e se reuniram;
reuniram-se contra mim;
os abjetos, que eu não conhecia,
dilaceraram-me sem tréguas;
16como vis bufões em festins,
rangiam contra mim os dentes.
17Até quando, Senhor, ficarás olhando?
Livra-me a alma das violências deles;
dos leões, a minha predileta.
18Dar-te-ei graças na grande congregação,
louvar-te-ei no meio da multidão poderosa.
19Não se alegrem de mim os meus inimigos gratuitos;
não pisquem os olhos os que sem causa me odeiama.
20Não é de paz que eles falam;
pelo contrário, tramam enganos
contra os pacíficos da terra.
21Escancaram contra mim a boca
e dizem: Pegamos! Pegamos!
Vimo-lo com os nossos próprios olhos.
22Tu, Senhor, os viste; não te cales;
Senhor, não te ausentes de mim.
23Acorda e desperta para me fazeres justiça,
para a minha causa, Deus meu e Senhor meu.
24Julga-me, Senhor, Deus meu, segundo a tua justiça;
não permitas que se regozijem contra mim.
25Não digam eles lá no seu íntimo:
Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo!
Não digam: Demos cabo dele!
26Envergonhem-se e juntamente sejam cobertos de vexame
os que se alegram com o meu mal;
cubram-se de pejo e ignomínia
os que se engrandecem contra mim.
27Cantem de júbilo e se alegrem
os que têm prazer na minha retidão;
e digam sempre:
Glorificado seja o Senhor,
que se compraz na prosperidade do seu servo!
28E a minha língua celebrará a tua justiça
e o teu louvor todo o dia.
Malícia humana e benignidade divina
Ao mestre de canto. De Davi, servo do Senhor
361Há no coração do ímpio
a voz da transgressão;
não há temor de Deusa
diante de seus olhos.
2Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos
e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada.
3As palavras de sua boca são malícia e dolo;
abjurou o discernimento e a prática do bem.
4No seu leito, maquina a perversidade,
detém-se em caminho que não é bom,
não se despega do mal.
5A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus,
até às nuvens, a tua fidelidade.
6A tua justiça é como as montanhas de Deus;
os teus juízos, como um abismo profundo.
Tu, Senhor, preservas os homens e os animais.
7Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade!
Por isso, os filhos dos homens
se acolhem à sombra das tuas asas.
8Fartam-se da abundância da tua casa,
e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber.
9Pois em ti está o manancial da vida;
na tua luz, vemos a luz.
10Continua a tua benignidade aos que te conhecem,
e a tua justiça, aos retos de coração.
11Não me calque o pé da insolência,
nem me repila a mão dos ímpios.
12Tombaram os obreiros da iniquidade;
estão derruídos e já não podem levantar-se.
Referências cruzadas
Copyright 1993 Sociedade Bíblica do Brasil