Salmo 101–150
Almeida Revista e AtualizadaOutras versões
Português
Alemão
Árabe
Chinês simplificado
Chinês tradicional
Coreano
Espanhol
Francês
Hebraico
Húngaro
Inglês
- DARBY 1890 Darby Bible
- ASV American Standard Version
- AV 1873 The Cambridge Paragraph Bible of the Authorized English Version
- CSB Christian Standard Bible
- D-R Douay-Rheims Bible
- ESV English Standard Version
- GW GOD’S WORD Translation
- GNB Good News Translation
- HCSB The Holman Christian Standard Bible
- KJV 1900 King James Version
- LSB Legacy Standard Bible
- LEB The Lexham English Bible
- MSG The Message: The Bible in Contemporary Language
- NET The NET Bible
- NASB95 New American Standard Bible (1995)
- NCV New Century Version
- NIrV New International Reader’s Version (1998)
- NIV New International Version (2011)
- NKJV The New King James Version
- NLT New Living Translation
- NRSVue New Revised Standard Version: Updated Edition
- RSV The Revised Standard Version
- RSVCE The Revised Standard Version, Catholic Edition
- YLT Young’s Literal Translation
Italiano
Latim
Tcheco
Modelo de bom rei
Salmo de Davi
1011Cantarei a bondade e a justiça;
a ti, Senhor, cantarei.
2Atentarei sabiamente ao caminho da perfeição.
Oh! Quando virás ter comigo?
Portas a dentro, em minha casa,
terei coração sincero.
3Não porei coisa injusta
diante dos meus olhos;
aborreço o proceder dos que se desviam;
nada disto se me pegará.
4Longe de mim o coração perverso;
não quero conhecer o mal.
5Ao que às ocultas calunia o próximo,
a esse destruirei;
o que tem olhar altivo e coração soberbo,
não o suportarei.
6Os meus olhos procurarão os fiéis da terra,
para que habitem comigo;
o que anda em reto caminho,
esse me servirá.
7Não há de ficar em minha casa
o que usa de fraude;
o que profere mentiras não permanecerá
ante os meus olhos.
8Manhã após manhã, destruirei
todos os ímpios da terra,
para limpar a cidade do Senhor
dos que praticam a iniquidade.
Arrependimento e esperança
Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o Senhor
1021Ouve, Senhor, a minha súplica,
e cheguem a ti os meus clamores.
2Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia;
inclina-me os ouvidos;
no dia em que eu clamar, dá-te pressa em acudir-me.
3Porque os meus dias, como fumaça, se desvanecem,
e os meus ossos ardem como em fornalha.
4Ferido como a erva, secou-se o meu coração;
até me esqueço de comer o meu pão.
5Os meus ossos já se apegam à pele,
por causa do meu dolorido gemer.
6Sou como o pelicano no deserto,
como a coruja das ruínas.
7Não durmo
e sou como o passarinho solitário nos telhados.
8Os meus inimigos me insultam a toda hora;
furiosos contra mim, praguejam com o meu próprio nome.
9Por pão tenho comido cinza
e misturado com lágrimas a minha bebida,
10por causa da tua indignação e da tua ira,
porque me elevaste e depois me abateste.
11Como a sombra que declina, assim os meus dias,
e eu me vou secando como a relva.
12Tu, porém, Senhor, permaneces para sempre,
e a memória do teu nome, de geração em geração.
13Levantar-te-ás e terás piedade de Sião;
é tempo de te compadeceres dela,
e já é vinda a sua hora;
14porque os teus servos amam até as pedras de Sião
e se condoem do seu pó.
15Todas as nações temerão o nome do Senhor,
e todos os reis da terra, a sua glória;
16porque o Senhor edificou a Sião,
apareceu na sua glória,
17atendeu à oração do desamparado
e não lhe desdenhou as preces.
18Ficará isto registrado para a geração futura,
e um povo, que há de ser criado, louvará ao Senhor;
19que o Senhor, do alto do seu santuário,
desde os céus, baixou vistas à terra,
20para ouvir o gemido dos cativos
e libertar os condenados à morte,
21a fim de que seja anunciado em Sião o nome do Senhor
e o seu louvor, em Jerusalém,
22quando se reunirem os povos
e os reinos, para servirem ao Senhor.
23Ele me abateu a força no caminho
e me abreviou os dias.
24Dizia eu: Deus meu, não me leves na metade de minha vida;
tu, cujos anos se estendem por todas as gerações.
25Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra;
e os céus são obra das tuas mãos.
26Eles perecerão, mas tu permaneces;
todos eles envelhecerão como uma veste,
como roupa os mudarás, e serão mudados.
27Tu, porém, és sempre o mesmo,
e os teus anos jamais terão fim.a
28Os filhos dos teus servos habitarão seguros,
e diante de ti se estabelecerá a sua descendência.
A misericórdia de Deus
Salmo de Davi
1031Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome.
2Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.
3Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades;
quem sara todas as tuas enfermidades;
4quem da cova redime a tua vida
e te coroa de graça e misericórdia;
5quem farta de bens a tua velhice,
de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.
6O Senhor faz justiça
e julga a todos os oprimidos.
7Manifestou os seus caminhos a Moisés
e os seus feitos aos filhos de Israel.
8O Senhor é misericordiosoa e compassivo;
longânimo e assaz benigno.
9Não repreende perpetuamente,
nem conserva para sempre a sua ira.
10Não nos trata segundo os nossos pecados,
nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.
11Pois quanto o céu se alteia acima da terra,
assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.
12Quanto dista o Oriente do Ocidente,
assim afasta de nós as nossas transgressões.
13Como um pai se compadece de seus filhos,
assim o Senhor se compadece dos que o temem.
14Pois ele conhece a nossa estrutura
e sabe que somos pó.
15Quanto ao homem, os seus dias são como a relva;
como a flor do campo, assim ele floresce;
16pois, soprando nela o vento, desaparece;
e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar.
17Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade,
sobre os que o temem,
e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos,
18para com os que guardam a sua aliança
e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem.
19Nos céus, estabeleceu o Senhor o seu trono,
e o seu reino domina sobre tudo.
20Bendizei ao Senhor, todos os seus anjos,
valorosos em poder, que executais as suas ordens
e lhe obedeceis à palavra.
21Bendizei ao Senhor, todos os seus exércitos,
vós, ministros seus, que fazeis a sua vontade.
22Bendizei ao Senhor, vós, todas as suas obras,
em todos os lugares do seu domínio.
Bendize, ó minha alma, ao Senhor.
Louvor ao Deus criador
1041Bendize, ó minha alma, ao Senhor!
Senhor, Deus meu, como tu és magnificente:
sobrevestido de glória e majestade,
2coberto de luz como de um manto.
Tu estendes o céu como uma cortina,
3pões nas águas o vigamento da tua morada,
tomas as nuvens por teu carro
e voas nas asas do vento.
4Fazes a teus anjos ventosa
e a teus ministros, labaredas de fogo.
5Lançaste os fundamentos da terra,
para que ela não vacile em tempo nenhum.
6Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste;
as águas ficaram acima das montanhas;
7à tua repreensão, fugiram,
à voz do teu trovão, bateram em retirada.
8Elevaram-se os montes, desceram os vales,
até ao lugar que lhes havias preparado.
9Puseste às águas divisa que não ultrapassarão,
para que não tornem a cobrir a terra.
10Tu fazes rebentar fontes no vale,
cujas águas correm entre os montes;
11dão de beber a todos os animais do campo;
os jumentos selvagens matam a sua sede.
12Junto delas têm as aves do céu o seu pouso
e, por entre a ramagem, desferem o seu canto.
13Do alto de tua morada, regas os montes;
a terra farta-se do fruto de tuas obras.
14Fazes crescer a relva para os animais
e as plantas, para o serviço do homem,
de sorte que da terra tire o seu pão,
15o vinho, que alegra o coração do homem,
o azeite, que lhe dá brilho ao rosto,
e o alimento, que lhe sustém as forças.
16Avigoram-se as árvores do Senhor
e os cedros do Líbano que ele plantou,
17em que as aves fazem seus ninhos;
quanto à cegonha, a sua casa é nos ciprestes.
18Os altos montes são das cabras montesinhas,
e as rochas, o refúgio dos arganazes.
19Fez a lua para marcar o tempo;
o sol conhece a hora do seu ocaso.
20Dispões as trevas, e vem a noite,
na qual vagueiam os animais da selva.
21Os leõezinhos rugem pela presa
e buscam de Deus o sustento;
22em vindo o sol, eles se recolhem
e se acomodam nos seus covis.
23Sai o homem para o seu trabalho
e para o seu encargo até à tarde.
24Que variedade, Senhor, nas tuas obras!
Todas com sabedoria as fizeste;
cheia está a terra das tuas riquezas.
25Eis o mar vasto, imenso,
no qual se movem seres sem conta,
animais pequenos e grandes.
26Por ele transitam os navios
e o monstro marinhob que formaste para nele folgar.
27Todos esperam de ti
que lhes dês de comer a seu tempo.
28Se lhes dás, eles o recolhem;
se abres a mão, eles se fartam de bens.
29Se ocultas o rosto, eles se perturbam;
se lhes cortas a respiração, morrem
e voltam ao seu pó.
30Envias o teu Espírito, eles são criados,
e, assim, renovas a face da terra.
31A glória do Senhor seja para sempre!
Exulte o Senhor por suas obras!
32Com só olhar para a terra, ele a faz tremer;
toca as montanhas, e elas fumegam.
33Cantarei ao Senhor enquanto eu viver;
cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida.
34Seja-lhe agradável a minha meditação;
eu me alegrarei no Senhor.
35Desapareçam da terra os pecadores,
e já não subsistam os perversos.
Bendize, ó minha alma, ao Senhor!
Aleluia!
As maravilhosas obras do Senhor a favor de Israel
1051Rendei graças ao Senhor, invocai o seu nome,
fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.
2Cantai-lhe, cantai-lhe salmos;
narrai todas as suas maravilhas.
3Gloriai-vos no seu santo nome;
alegre-se o coração dos que buscam o Senhor.
4Buscai o Senhor e o seu poder;
buscai perpetuamente a sua presença.
5Lembrai-vos das maravilhas que fez,
dos seus prodígios e dos juízos de seus lábios,
6vós, descendentes de Abraão, seu servo,
vós, filhos de Jacó, seus escolhidos.
7Ele é o Senhor, nosso Deus;
os seus juízos permeiam toda a terra.
8Lembra-se perpetuamente da sua aliança,
da palavra que empenhou para mil gerações;
9da aliança que fez com Abraãoa
e do juramento que fez a Isaqueb;
10o qual confirmou a Jacóc por decreto
e a Israel por aliança perpétua,
11dizendo: Dar-te-ei a terra de Canaã
como quinhão da vossa herança.
12Então, eram eles em pequeno número,
pouquíssimos e forasteiros nela;
13andavam de nação em nação,
de um reino para outro reino.
14A ninguém permitiu que os oprimisse;
antes, por amor deles, repreendeu a reis,
15dizendo: Não toqueis nos meus ungidos,
nem maltrateis os meus profetas.d
16Fez vir fomee sobre a terra
e cortou os meios de se obter pão.
17Adiante deles enviou um homem,
Joséf, vendido como escravo;
18cujos pés apertaram com grilhões
e a quem puseram em ferros,
19até cumprir-se a profecia a respeito dele,
e tê-lo provado a palavra do Senhor.g
20O rei mandou soltá-loh;
o potentado dos povos o pôs em liberdade.
21Constituiu-o senhori de sua casa
e mordomo de tudo o que possuía,
22para, a seu talante, sujeitar os seus príncipes
e aos seus anciãos ensinar a sabedoria.
23Então, Israel entrou no Egitoj,
e Jacó peregrinouk na terra de…
Esta passagem foi encurtada. Continuar lendo Salmo 101–150 no Logos
Referências cruzadas
Copyright 1993 Sociedade Bíblica do Brasil