Jó 20
Almeida Revista e AtualizadaOther versions
Portuguese
Arabic
Czech
English
- DARBY 1890 Darby Bible
- ASV American Standard Version
- AV 1873 The Cambridge Paragraph Bible of the Authorized English Version
- CSB Christian Standard Bible
- D-R Douay-Rheims Bible
- ESV English Standard Version
- GW GOD’S WORD Translation
- GNB Good News Translation
- HCSB The Holman Christian Standard Bible
- KJV 1900 King James Version
- LSB Legacy Standard Bible
- LEB The Lexham English Bible
- MSG The Message: The Bible in Contemporary Language
- NET The NET Bible
- NASB95 New American Standard Bible (1995)
- NCV New Century Version
- NIrV New International Reader’s Version (1998)
- NIV New International Version (2011)
- NKJV The New King James Version
- NLT New Living Translation
- NRSVue New Revised Standard Version: Updated Edition
- RSV The Revised Standard Version
- RSVCE The Revised Standard Version, Catholic Edition
- TNIV Today’s New International Version
- YLT Young’s Literal Translation
French
German
Hebrew
Hungarian
Italian
Korean
Latin
Russian
Simplified Chinese
Spanish
Traditional Chinese
Zofar descreve as calamidades dos perversos
201Então, respondeu Zofar, o naamatita:
2Visto que os meus pensamentos me impõem resposta,
eu me apresso.
3Eu ouvi a repreensão, que me envergonha,
mas o meu espírito me obriga a responder segundo o meu entendimento.
4Porventura, não sabes tu que desde todos os tempos,
desde que o homem foi posto sobre a terra,
5o júbilo dos perversos é breve,
e a alegria dos ímpios, momentânea?
6Ainda que a sua presunção remonte aos céus,
e a sua cabeça atinja as nuvens,
7como o seu próprio esterco, apodrecerá para sempre;
e os que o conheceram dirão: Onde está?
8Voará como um sonho e não será achado,
será afugentado como uma visão da noite.
9Os olhos que o viram jamais o verão,
e o seu lugar não o verá outra vez.
10Os seus filhos procurarão aplacar aos pobres,
e as suas mãos lhes restaurarão os seus bens.
11Ainda que os seus ossos estejam cheios do vigor da sua juventude,
esse vigor se deitará com ele no pó.
12Ainda que o mal lhe seja doce na boca,
e ele o esconda debaixo da língua,
13e o saboreie, e o não deixe;
antes, o retenha no seu paladar,
14contudo, a sua comida se transformará nas suas entranhas;
fel de áspides será no seu interior.
15Engoliu riquezas, mas vomitá-las-á;
do seu ventre Deus as lançará.
16Veneno de áspides sorveu;
língua de víbora o matará.
17Não se deliciará com a vista dos ribeiros
e dos rios transbordantes de mel e de leite.
18Devolverá o fruto do seu trabalho e não o engolirá;
do lucro de sua barganha não tirará prazer nenhum.
19Oprimiu e desamparou os pobres,
roubou casas que não edificou.
20Por não haver limites à sua cobiça,
não chegará a salvar as coisas por ele desejadas.
21Nada escapou à sua cobiça insaciável,
pelo que a sua prosperidade não durará.
22Na plenitude da sua abastança, ver-se-á angustiado;
toda a força da miséria virá sobre ele.
23Para encher a sua barriga,
Deus mandará sobre ele o furor da sua ira,
que, por alimento, mandará chover sobre ele.
24Se fugir das armas de ferro,
o arco de bronze o traspassará.
25Ele arranca das suas costas a flecha,
e esta vem resplandecente do seu fel;
e haverá assombro sobre ele.
26Todas as calamidades serão reservadas contra os seus tesouros;
fogo não assoprado o consumirá,
fogo que se apascentará do que ficar na sua tenda.
27Os céus lhe manifestarão a sua iniquidade;
e a terra se levantará contra ele.
28As riquezas de sua casa serão transportadas;
como água serão derramadas no dia da ira de Deus.
29Tal é, da parte de Deus, a sorte do homem perverso,
tal a herança decretada por Deus.
Copyright 1993 Sociedade Bíblica do Brasil