Logos Bible Study

Salmo 37.1–39.13

Almeida Revista e AtualizadaOther versions

Portuguese

Arabic

Czech

English

French

German

Hebrew

Hungarian

Italian

Korean

Latin

Russian

Simplified Chinese

Spanish

Traditional Chinese

1Não te indignes por causa dos malfeitores,

nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade.

2Pois eles dentro em breve definharão como a relva

e murcharão como a erva verde.

3Confia no Senhor e faze o bem;

habita na terra e alimenta-te da verdade.

4Agrada-te do Senhor,

e ele satisfará os desejos do teu coração.

5Entrega o teu caminho ao Senhor,

confia nele, e o mais ele fará.

6Fará sobressair a tua justiça como a luz

e o teu direito, como o sol ao meio-dia.

7Descansa no Senhor e espera nele,

não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho,

por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios.

8Deixa a ira, abandona o furor;

não te impacientes; certamente, isso acabará mal.

9Porque os malfeitores serão exterminados,

mas os que esperam no Senhor possuirão a terra.

10Mais um pouco de tempo, e já não existirá o ímpio;

procurarás o seu lugar e não o acharás.

11Mas os mansosa herdarão a terra

e se deleitarão na abundância de paz.

12Trama o ímpio contra o justo

e contra ele ringe os dentes.

13Rir-se-á dele o Senhor,

pois vê estar-se aproximando o seu dia.

14Os ímpios arrancam da espada e distendem o arco

para abater o pobre e necessitado,

para matar os que trilham o reto caminho.

15A sua espada, porém, lhes traspassará o próprio coração,

e os seus arcos serão espedaçados.

16Mais vale o pouco do justo

que a abundância de muitos ímpios.

17Pois os braços dos ímpios serão quebrados,

mas os justos, o Senhor os sustém.

18O Senhor conhece os dias dos íntegros;

a herança deles permanecerá para sempre.

19Não serão envergonhados nos dias do mal

e nos dias da fome se fartarão.

20Os ímpios, no entanto, perecerão,

e os inimigos do Senhor serão como o viço das pastagens;

serão aniquilados e se desfarão em fumaça.

21O ímpio pede emprestado e não paga;

o justo, porém, se compadece e dá.

22Aqueles a quem o Senhor abençoa possuirão a terra;

e serão exterminados aqueles a quem amaldiçoa.

23O Senhor firma os passos do homem bom

e no seu caminho se compraz;

24se cair, não ficará prostrado,

porque o Senhor o segura pela mão.

25Fui moço e já, agora, sou velho,

porém jamais vi o justo desamparado,

nem a sua descendência a mendigar o pão.

26É sempre compassivo e empresta,

e a sua descendência será uma bênção.

27Aparta-te do mal e faze o bem,

e será perpétua a tua morada.

28Pois o Senhor ama a justiça

e não desampara os seus santos;

serão preservados para sempre,

mas a descendência dos ímpios será exterminada.

29Os justos herdarão a terra

e nela habitarão para sempre.

30A boca do justo profere a sabedoria,

e a sua língua fala o que é justo.

31No coração, tem ele a lei do seu Deus;

os seus passos não vacilarão.

32O perverso espreita ao justo

e procura tirar-lhe a vida.

33Mas o Senhor não o deixará nas suas mãos,

nem o condenará quando for julgado.

34Espera no Senhor, segue o seu caminho,

e ele te exaltará para possuíres a terra;

presenciarás isso quando os ímpios forem exterminados.

35Vi um ímpio prepotente

a expandir-se qual cedro do Líbano.

36Passei, e eis que desaparecera;

procurei-o, e já não foi encontrado.

37Observa o homem íntegro e atenta no que é reto;

porquanto o homem de paz terá posteridade.

38Quanto aos transgressores, serão, à uma, destruídos;

a descendência dos ímpios será exterminada.

39Vem do Senhor a salvação dos justos;

ele é a sua fortaleza no dia da tribulação.

40O Senhor os ajuda e os livra;

livra-os dos ímpios e os salva,

porque nele buscam refúgio.

Arrependimento do pecador

Salmo de Davi. Em memória

381Não me repreendas, Senhor, na tua ira,

nem me castigues no teu furor.

2Cravam-se em mim as tuas setas,

e a tua mão recai sobre mim.

3Não há parte sã na minha carne, por causa da tua indignação;

não há saúde nos meus ossos, por causa do meu pecado.

4Pois já se elevam acima de minha cabeça as minhas iniquidades;

como fardos pesados, excedem as minhas forças.

5Tornam-se infectas e purulentas as minhas chagas,

por causa da minha loucura.

6Sinto-me encurvado e sobremodo abatido,

ando de luto o dia todo.

7Ardem-me os lombos,

e não há parte sã na minha carne.

8Estou aflito e mui quebrantado;

dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração.

9Na tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos,

e a minha ansiedade não te é oculta.

10Bate-me excitado o coração, faltam-me as forças,

e a luz dos meus olhos, essa mesma já não está comigo.

11Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga,

e os meus parentes ficam de longe.

12Armam ciladas contra mim os que tramam tirar-me a vida;

os que me procuram fazer o mal dizem coisas perniciosas

e imaginam engano todo o dia.

13Mas eu, como surdo, não ouço

e, qual mudo, não abro a boca.

14Sou, com efeito, como quem não ouve

e em cujos lábios não há réplica.

15Pois em ti, Senhor, espero;

tu me atenderás, Senhor, Deus meu.

16Porque eu dizia: Não suceda que se alegrem de mim

e contra mim se engrandeçam quando me resvala o pé.

17Pois estou prestes a tropeçar;

a minha dor está sempre perante mim.

18Confesso a minha iniquidade;

suporto tristeza por causa do meu pecado.

19Mas os meus inimigos são vigorosos e fortes,

e são muitos os que sem causa me odeiam.

20Da mesma sorte, os que pagam o mal pelo bem

são meus adversários, porque eu sigo o que é bom.

21Não me desampares, Senhor;

Deus meu, não te ausentes de mim.

22Apressa-te em socorrer-me,

Senhor, salvação minha.

A vaidade da vida

Ao mestre de canto, Jedutum. Salmo de Davi

391Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos,

para não pecar com a língua;

porei mordaça à minha boca,

enquanto estiver na minha presença o ímpio.

2Emudeci em silêncio,

calei acerca do bem,

e a minha dor se agravou.

3Esbraseou-se-me no peito o coração;

enquanto eu meditava, ateou-se o fogo;

então, disse eu com a própria língua:

4Dá-me a conhecer, Senhor, o meu fim

e qual a soma dos meus dias,

para que eu reconheça a minha fragilidade.

5Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos;

à tua presença, o prazo da minha vida é nada.

Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.

6Com efeito, passa o homem como uma sombra;

em vão se inquieta;

amontoa tesouros e não sabe quem os levará.

7E eu, Senhor, que espero?

Tu és a minha esperança.

8Livra-me de todas as minhas iniquidades;

não me faças o opróbrio do insensato.

9Emudeço, não abro os lábios

porque tu fizeste isso.

10Tira de sobre mim o teu flagelo;

pelo golpe de tua mão, estou consumido.

11Quando castigas o homem com repreensões,

por causa da iniquidade,

destróis nele, como traça, o que tem de precioso.

Com efeito, todo homem é pura vaidade.

12Ouve, Senhor, a minha oração,

escuta-me quando grito por socorro;

não te emudeças à vista de minhas lágrimas,

porque sou forasteiro à tua presença,

peregrino como todos os meus pais o foram.

13Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento,

antes que eu passe e deixe de existir.

Read in Logos
Salmo 37.4: AGRADA-TE DO SENHOR, E ELE SATISFARÁ OS DESEJOS DO TEU CORAÇÃO.

Cross references

  1. aMt 5:5