Estudo Bíblico Logos

Salmo 3–5

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Confiança em Deus, na adversidade

Salmo de Davi quando fugiaa de Absalão, seu filho

31Senhor, como tem crescido o número dos meus adversários!

São numerosos os que se levantam contra mim.

2São muitos os que dizem de mim:

Não há em Deus salvação para ele.

3Porém tu, Senhor, és o meu escudo,

és a minha glória e o que exaltas a minha cabeça.

4Com a minha voz clamo ao Senhor,

e ele do seu santo monte me responde.

5Deito-me e pego no sono;

acordo, porque o Senhor me sustenta.

6Não tenho medo de milhares do povo

que tomam posição contra mim de todos os lados.

7Levanta-te, Senhor!

Salva-me, Deus meu,

pois feres nos queixos a todos os meus inimigos

e aos ímpios quebras os dentes.

8Do Senhor é a salvação,

e sobre o teu povo, a tua bênção.

Confiança em Deus, na angústia

Salmo de Davi ao mestre de canto, com instrumentos de cordas

41Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça;

na angústia, me tens aliviado;

tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.

2Ó homens, até quando tornareis a minha glória em vexame,

e amareis a vaidade, e buscareis a mentira?

3Sabei, porém, que o Senhor distingue para si o piedoso;

o Senhor me ouve quando eu clamo por ele.

4Irai-vosa e não pequeis;

consultai no travesseiro o coração e sossegai.

5Oferecei sacrifícios de justiça

e confiai no Senhor.

6Há muitos que dizem: Quem nos dará a conhecer o bem?

Senhor, levanta sobre nós a luz do teu rosto.

7Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles,

quando lhes há fartura de cereal e de vinho.

8Em paz me deito e logo pego no sono,

porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro.

Proteção contra os ímpios

Ao mestre de canto, para flautas. Salmo de Davi

51Dá ouvidos, Senhor, às minhas palavras

e acode ao meu gemido.

2Escuta, Rei meu e Deus meu,

a minha voz que clama,

pois a ti é que imploro.

3De manhã, Senhor, ouves a minha voz;

de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.

4Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade,

e contigo não subsiste o mal.

5Os arrogantes não permanecerão à tua vista;

aborreces a todos os que praticam a iniquidade.

6Tu destróis os que proferem mentira;

o Senhor abomina ao sanguinário e ao fraudulento;

7porém eu, pela riqueza da tua misericórdia,

entrarei na tua casa

e me prostrarei diante do teu santo templo,

no teu temor.

8Senhor, guia-me na tua justiça,

por causa dos meus adversários;

endireita diante de mim o teu caminho;

9pois não têm eles sinceridade nos seus lábios;

o seu íntimo é todo crimes;

a sua gargantaa é sepulcro aberto,

e com a língua lisonjeiam.

10Declara-os culpados, ó Deus;

caiam por seus próprios planos.

Rejeita-os por causa de suas muitas transgressões,

pois se rebelaram contra ti.

11Mas regozijem-se todos os que confiam em ti;

folguem de júbilo para sempre,

porque tu os defendes;

e em ti se gloriem os que amam o teu nome.

12Pois tu, Senhor, abençoas o justo

e, como escudo, o cercas da tua benevolência.

Ler no Logos

Notas de rodapé

  1. a2 Sm 15:13–17, 22

Referências cruzadas

  1. aEf 4:26
  2. aRm 3:13