Salmo 55
Almeida Revista e AtualizadaOther versions
Portuguese
Arabic
Czech
English
- DARBY 1890 Darby Bible
- ASV American Standard Version
- AV 1873 The Cambridge Paragraph Bible of the Authorized English Version
- CSB Christian Standard Bible
- D-R Douay-Rheims Bible
- ESV English Standard Version
- GW GOD’S WORD Translation
- GNB Good News Translation
- HCSB The Holman Christian Standard Bible
- KJV 1900 King James Version
- LSB Legacy Standard Bible
- LEB The Lexham English Bible
- MSG The Message: The Bible in Contemporary Language
- NET The NET Bible
- NASB95 New American Standard Bible (1995)
- NCV New Century Version
- NIrV New International Reader’s Version (1998)
- NIV New International Version (2011)
- NKJV The New King James Version
- NLT New Living Translation
- NRSVue New Revised Standard Version: Updated Edition
- RSV The Revised Standard Version
- RSVCE The Revised Standard Version, Catholic Edition
- TNIV Today’s New International Version
- YLT Young’s Literal Translation
French
German
Hebrew
Hungarian
Italian
Korean
Latin
Russian
Simplified Chinese
Spanish
Traditional Chinese
Que os traidores sejam destruídos
Ao mestre de canto. Para instrumentos de cordas. Salmo didático de Davi
551Dá ouvidos, ó Deus, à minha oração;
não te escondas da minha súplica.
2Atende-me e responde-me;
sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado,
3por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio;
pois sobre mim lançam calamidade
e furiosamente me hostilizam.
4Estremece-me no peito o coração,
terrores de morte me salteiam;
5temor e tremor me sobrevêm,
e o horror se apodera de mim.
6Então, disse eu: quem me dera asas como de pomba!
Voaria e acharia pouso.
7Eis que fugiria para longe
e ficaria no deserto.
8Dar-me-ia pressa em abrigar-me
do vendaval e da procela.
9Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos,
porque vejo violência e contenda na cidade.
10Dia e noite giram nas suas muralhas,
e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia;
11há destruição no meio dela;
das suas praças não se apartam a opressão e o engano.
12Com efeito, não é inimigo que me afronta;
se o fosse, eu o suportaria;
nem é o que me odeia quem se exalta contra mim,
pois dele eu me esconderia;
13mas és tu, homem meu igual,
meu companheiro e meu íntimo amigo.
14Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos
e íamos com a multidão à Casa de Deus.
15A morte os assalte, e vivos desçam à cova!
Porque há maldade nas suas moradas e no seu íntimo.
16Eu, porém, invocarei a Deus,
e o Senhor me salvará.
17À tarde, pela manhã e ao meio-dia,
farei as minhas queixas e lamentarei;
e ele ouvirá a minha voz.
18Livra-me a alma, em paz, dos que me perseguem;
pois são muitos contra mim.
19Deus ouvirá e lhes responderá,
ele, que preside desde a eternidade,
porque não há neles mudança nenhuma,
e não temem a Deus.
20Tal homem estendeu as mãos contra os que tinham paz com ele;
corrompeu a sua aliança.
21A sua boca era mais macia que a manteiga,
porém no coração havia guerra;
as suas palavras eram mais brandas que o azeite;
contudo, eram espadas desembainhadas.
22Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá;
jamais permitirá que o justo seja abalado.
23Tu, porém, ó Deus, os precipitarás à cova profunda;
homens sanguinários e fraudulentos
não chegarão à metade dos seus dias;
eu, todavia, confiarei em ti.
Copyright 1993 Sociedade Bíblica do Brasil