Apocalipse 8–11
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- DARBY 1890 Darby Bible
- ASV American Standard Version
- AV 1873 The Cambridge Paragraph Bible of the Authorized English Version
- CSB Christian Standard Bible
- D-R Douay-Rheims Bible
- ESV English Standard Version
- GW GOD’S WORD Translation
- GNB Good News Translation
- HCSB The Holman Christian Standard Bible
- KJV 1900 King James Version
- LSB Legacy Standard Bible
- LEB The Lexham English Bible
- MSG The Message: The Bible in Contemporary Language
- NET The NET Bible
- NASB95 New American Standard Bible (1995)
- NCV New Century Version
- NIrV New International Reader’s Version (1998)
- NIV New International Version (2011)
- NKJV The New King James Version
- NLT New Living Translation
- NRSVue New Revised Standard Version: Updated Edition
- RSV The Revised Standard Version
- RSVCE The Revised Standard Version, Catholic Edition
- YLT Young’s Literal Translation
Italiano
Latim
Russo
Tcheco
O sétimo selo. Os sete anjos com as suas trombetas
81Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora. 2Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas.
3Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altara, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; 4e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos. 5E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogob do altar e o atirou à terrac. E houve trovõesd, vozes, relâmpagos e terremoto. 6Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar.
7O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogoe de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde.
8O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, 9e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações.
10O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrelaf, ardendo como tocha. 11O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas.
12O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do solg, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite. 13Então, vi e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz: Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!
A quinta trombeta
91O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo. 2Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar. 3Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra,a 4e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão somente aos homens que não têm o selob de Deus sobre a fronte. 5Foi-lhes também dado, não que os matassem, e sim que os atormentassem durante cinco meses. E o seu tormento era como tormento de escorpião quando fere alguém. 6Naqueles dias, os homens buscarão a mortec e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles.
7O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalosd preparados para a peleja; na sua cabeça havia como que coroas parecendo de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem; 8tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus dentes, como dentes de leãoe; 9tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carrosf de muitos cavalos, quando correm à peleja; 10tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses; 11e tinham sobre eles, como seu rei, o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom, e em grego, Apoliom.
12O primeiro ai passou. Eis que, depois destas coisas, vêm ainda dois ais.
13O sexto anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz procedente dos quatro ângulos do altar de ourog que se encontra na presença de Deus, 14dizendo ao sexto anjo, o mesmo que tem a trombeta: Solta os quatro anjos que se encontram atados junto ao grande rio Eufrates. 15Foram, então, soltos os quatro anjos que se achavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens. 16O número dos exércitos da cavalaria era de vinte mil vezes dez milhares; eu ouvi o seu número. 17Assim, nesta visão, contemplei que os cavalos e os seus cavaleiros tinham couraças cor de fogo, de jacinto e de enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeça de leão, e de sua boca saía fogo, fumaça e enxofre. 18Por meio destes três flagelos, a saber, pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saíam da sua boca, foi morta a terça parte dos homens; 19pois a força dos cavalos estava na sua boca e na sua cauda, porquanto a sua cauda se parecia com serpentes, e tinha cabeça, e com ela causavam dano.
20Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolosh de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar; 21nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.
Os anjos e os sete trovões. João e o livrinho
101Vi outro anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo; 2e tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo, sobre a terra, 3e bradou em grande voz, como ruge um leão, e, quando bradou, desferiram os sete trovões as suas próprias vozes. 4Logo que falaram os sete trovões, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, dizendo: Guarda em segredo as coisas que os sete trovões falaram e não as escrevas. 5Então, o anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita para o céu 6e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora,a 7mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas.
8A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra. 9Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinhob. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel. 10Tomei o livrinho da mão do anjo e o devoreic, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo. 11Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis.
Ordens para medir o santuário de Deus
111Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuárioa de Deus, o seu altar e os que naquele adoram; 2mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santab.
3Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco. 4São estas as duas oliveirasc e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra. 5Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da sua boca e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente, deve morrer. 6Elas têm autoridade para fechar o céud, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sanguee, bem como para ferir a terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem. 7Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surgef do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará, 8e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodomag e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado. 9Então, muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplam os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio, e não permitem que esses cadáveres sejam sepultados. 10Os que habitam sobre a terra se alegram por causa deles, realizarão festas e enviarão presentes uns aos outros, porquanto esses dois profetas atormentaram os que moram sobre a terra. 11Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrouh, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo; 12e as duas testemunhas ouviram grande voz vinda do céu, dizendo-lhes: Subi para aqui. E subiram ao céui numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram. 13Naquela hora, houve grande terremotoj, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, nesse terremoto, sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu.
14Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai.
15O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo:
O reino do mundo se tornou de nosso Senhor
e do seu Cristo,
e ele reinará pelos séculos dos séculosk.
16E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, 17dizendo:
Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso,
que és e que eras,
porque assumiste o teu grande poder
e passaste a reinar.
18Na verdade, as nações se enfureceram;
chegou, porém, a tua ira,
e o tempo determinado para serem julgados os mortos,
para se dar o galardão aos teus servos, os profetas,
aos santos e aos que temem o teu nomel,
tanto aos pequenos como aos grandes,
e para destruíres os que destroem a terra.
19Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagosm, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.
Referências cruzadas
- aÊx 30:1
- bLv 16:12
- cEz 10:2
- dAp 11:19; 16:18
- eÊx 9:23–25
- fIs 14:12
- gIs 13:10; Ez 32:7; Jl 2:10
- aÊx 10:12–15
- bEz 9:4
- cJó 3:21
- dJl 2:4
- eJl 1:6
- fJl 2:5
- gÊx 30:1–3
- hSl 115:4–7; 135:15–17; Dn 5:4
- aDn 12:7
- bEz 2:8–9
- cEz 3:1–3
- aEz 40:3
- bLc 21:24
- cZc 4:3, 11–14
- d1 Rs 17:1
- eÊx 7:17–19
- fDn 7:3, 21; Ap 13:5–7; 17:8
- gIs 1:9–10
- hEz 37:10
- i2 Rs 2:11
- jAp 16:18
- kDn 7:14, 27
- lSl 115:13
- mAp 8:5; 16:18
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